Favorecimentos do Estado ao FC Porto

Desculpem, enganei-me no título. Queria dizer “Benfica” em vez de “FC Porto”. Isto vem a propósito das declarações de Manuel Vilarinho ao site de A Bola, nas quais fica provado por A+B que, na Luz, os milagres existem. Diz ele, a propósito da construção do Estádio dos coisinhos:
“O estádio era algo que todos queriam. Talvez no Conselho Fiscal houvesse alguém que não quisesse, mas na Direção todos queriam. Debatíamo-nos com um problema, porém. Não havia dinheiro. A certa altura, João Soares teve uma intervenção decisiva, chamou os interessados. Depois, no Banco Espírito Santo, Pedro Neto disse-nos que esta obra tinha de nascer porque era o melhor para o Benfica e um trampolim para sairmos da crise. Fomos os últimos a começar e os segundos a acabar. O Mário Dias tinha a filosofia de que o dinheiro ia aparecer. Tínhamos era de começar. Foram muitas noites sem dormir.”
Quem é esse filósofo milagreiro, de nome Mário Dias? Alguém tem o seu contacto? A sério, precisava, assim, de repente, que “aparecesse” uma razoável quantia de dinheiro na minha vida. Assim, meio milhãozito chegava. Mudava de carro, dava umas prendas à família e ainda ia buscar de volta o Hulk.

5 thoughts on “Favorecimentos do Estado ao FC Porto

  1. o mário dias devia ser o inginheiro já que aparecia todos os dias na tv de capacete amarelo e foi ele que foi ao TJ da RTP explicar ao orelhas – o jornalista – como ia ser o estádio. agora sabemos que além de inginheiro também era a casa da moeda privativa do benfica.

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  2. Favorecimentos ao Benfica pela Imprensa, ao estilo Coreia do Norte, fabricando a própria realidade: Foi o Roberto que meteu água, porque havia necessidade de retirar alguma vingança da inépcia passada do rapaz, e poder invocar o prazer portista de também o gozarem.

    Acontece que não foi Roberto que meteu água, porque é compreensível a sua atrapalhação, numa pequena área atolada em água e lama, com a bola escorregadia.

    Quem meteu água foi o senhor do apito, coisa que TODOS os jornais escamoteiam na sua capa, escolhendo Roberto para causa. Sim, o golo do Benfica nasce de um pontapé de baliza pateticamente transformado em canto pelo árbitro. Logo, o lance nem devia ter existido. So much for Roberto.

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