Selecção do Brasil, 1982

Um dos meus ídolos de infância assumiu a forma de toda uma selecção. Estávamos em 1982, no Mundial disputado em Espanha, e um conjunto de jogadores de azul e amarelo (ainda não tinha TV a cores, por isso era mesmo cinzento e branco) mostrava ao mundo como o futebol era (é) o desporto mais bonito que existe. Não precisaram de ganhar o Mundial para ficarem eternizados na nossa memória, e talvez tenha sido esse o seu maior mérito. Nunca uma selecção tratara tão bem a bola, nunca uma selecção marcara tantos golos bonitos. São alguns desses golos que podemos ver no vídeo que se segue. Sócrates, Falcão, Éder, Júnior, Zico, …

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Ídolos de infância (I)

Decidi começar a revelar a todos os seguidores do Pobo os meus ídolos de infância e adolescência. Aqueles jogadores que deixaram marca indelével na minha memória e que recordo com saudade. Esta é uma viagem ao tempo em que imitávamos os nossos ídolos na escola. Exorto também o meu amigo pôncio a revelar-nos periodicamente também os seus ídolos. E todos os visitantes do blogue estão, evidentemente, convidados a deixarem aqui as suas impressões sobre estes jogadores.

Começo então por um dos meus maiores ídolos de quando era chabalo. O homem das pernas ultra-arqueadas (como um jogador decente deve ter). O mais latino dos alemães que vi jogar: Pierre Litbarski.