A montanha pariu um renato

Este foi o típico jogo do Golias sobranceiro contra o David matreiro. Portámo-nos como o gigante que já tinha a vitória no papo antes de entrar em campo. A seleção que tinha dado 7 à Estónia e que, naturalmente, iria passar por cima dos estreantes islandeses. Só que não. Com algumas das nossas melhores armas em noite discreta, fomos perdulários e até nem criámos assim tantas oportunidades flagrantes que a suposta diferença entre os conjuntos sugeria. Amanhã, o país (leia-se, “A Bola”) vai exigir a titularidade de Renato Sanches, vai crucificar o Vieirinha e perguntar por que razão não entrou Quaresma mais cedo.

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