Cumprimos o dever

Com uma atitude agressiva constante durante os 90 minutos, hoje dávamos seis no mínimo. Bruno Paixão também não ajudou com uma das expulsões mais ridículas e injustas de que me lembro. Mas quando Osvaldo foi expulso, já nós estávamos há muito desligados do jogo e à espera que o tempo passasse. O mais engraçado no meio disto tudo é que não considero que a nossa qualidade exibicional tenha melhorado substancialmente em relação ao jogo com o Tondela, mas hoje tivemos a chamada “fortuna-à-coisinhos”, com bolas a bater em defesas e a entrar e outras que seriam cruzamentos mas pararam lá dentro. Também merecemos, de vez em quando, ser bafejados pela sorte, mas preferia que isso acontecesse contra equipas mais difíceis. Este União, sinceramente…
Agora o objetivo é manter, no mínimo, estes dois pontos até à visita a Alvalade para, aí sim, mostrar se realmente temos vida para este campeonato.
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4 thoughts on “Cumprimos o dever

  1. Não me pareceu que o Osvaldo tenha tocado sequer no fiteiro, mas até acho que (re)começamos a jogar melhor só com 10.
    De assinalar o livre cobrado pelo Maicon e o livre que deu o 4to golo….

    PS: tenho andado a medir a pressa com que se escreve nos blogues sempre que as coisas correm mal… e a lentidão quando há decepção, como a vitória de hoje…hehehe …
    Há muitas coisas que vão mal no reino do dragão, e não é de mais enaltecer quem como o guarda está cá sempre!

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  2. Sim, reine margot, de enaltecer o segundo penálty que Maicon fez em dois jogos seguidos em menos de 5 dias, que por sorte não foi marcado.

    Não nos vamos iludir e saltar já para o aeroporto, esta equipa ainda está muito verdinha e precisa de crescer muito para ganhar qualquer coisa este ano, no entanto temos dois ou três jogadores muito bons e titularíssimos, Danilo, Casillas, e André André, por esta ordem, o resto é conversa.

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  3. A esperança de se manterem estes dois pontos, de que o guarda fala, é muito importante, se pensarmos um pouco na psicologia de Jorge Jesus. Vejamos as abordagens que Jesus usa nos grandes jogos do campeonato, em função da pontuação vigente:

    a) Apenas com 2 pontos de vantagem, teremos um Sporting de porrada, retranca e a apostado em capitalizar o erro do adversário. Para um modelo de jogo improdutivo como o nosso, este é o pior cenário, envolvendo pouca probabilidade de vitória portista.

    b) Isolado na tabela e sem querer arriscar, teremos um Sporting de porrada, retranca e a apostado em capitalizar o erro do adversário. Para um modelo de jogo improdutivo como o nosso, este é o pior cenário, envolvendo pouca probabilidade de vitória portista.

    Se o Sporting perder a vantagem, e apertando-se-lhe o esfíncter a JJ, teremos um jogo de porrada, que nos é pouco favorável.

    A única configuração competitiva que nos ajudaria – jogo aberto – jamais nos será permitida.

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