Quem és tu, Jackson?

Jackson parece que desaprendeu. Só ele falhou umas três oportunidades que poderiam ter acabado com os coisinhos na primeira parte. Mas “o futebol é mesmo assim“. O Atlético simplesmente deixou de jogar futebol na segunda parte e um contra-ataque de um Gaitán muito acima da mediania daquela equipa fez o resto. Já agora, que se terá passado no balneário para que a equipa de Rui Vitória tenha voltado para a segunda parte com tamanha pujança e a correr que nem loucos até aos 90 minutos? Talvez Rui Gomes da Silva saiba explicar.
Nas bancadas, a tradição vermelhusca continua a mesma. Após o golo do empate, foram lançadas tochas, tendo uma delas inclusivamente atingido uma criança de dois anos. Se a UEFA mantiver o critério, os coisinhos vão ser castigados, e bem.
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5 thoughts on “Quem és tu, Jackson?

  1. Só vi a segunda parte. Vi um Atlético afoito e sem discernimento e um Benfica muito seguro a defender.Os putos da ala direita são bons e a aposta na formação parece certa. A vitória foi muito moralizadora. O efeito Jesus Vai começar a desvanecer-se. O Benfica está bem, perder no Dragão não é nenhum escândalo, a se o Gaitan não sair a equipa vai lutar pelo título. Adorava que tivessem levado 5, mas há que ser pragmático e saber como que contamos. Estou expectante para ver a evolução do SCP. Pode ter ganho a Supertaça, mas a Champions foi-se. Perdeu em casa com o Lokomotiv sem espinhas para a Liga Europa. Contra o Boavista não jogaram puto e caíram no ridículo ao culparem a arbitragem. Mesmo com o Bronco do Caralho, o calimerismo continua em todo o seu esplendor. Se perderem gás no campeonato ainda vamos ver o Jesus a ser “crucificado” em Alvalade e tratado abaixo de cão. Entretanto o proscrito Marco Silva vai em primeiro e ganhou ao Arsenal em Inglaterra. Por fim um apelo. Impeçam os adeptos do Benfica de usarem dispositivos pirotécnicos por decreto. Isto é como o álcool. Não se podem servir bebidas alcoólicas a pessoas violentas ou que revelem doença mental. É só acrescentar benfiquistas.

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  2. Não concordo, MT. O Atlético está um caos, o Chelsea não está melhor. Medir a qualidade do Benfica contra o Atlético parece-me fraco termo.

    Se é verdade que o Benfica tem alguma qualidade no ataque, o processo defensivo deixa muitas dúvidas. O Atlético não petiscou por atabalhoamento próprio, não por arrojo táctico de Vitória. A aposta na miudagem é um requerimento financeiro, não estratégia desportiva do treinador, nem do presidente. E aquilo sem Gaitan, não é nada. Jonas sem o argentino anda às aranhas. E, já que falamos no jogo do Dragão, parece-me que a benficada ficou muito contente por ter a ilusão de haver discutido o resultado. Na verdade, tinham medo de uma goleada, que ao não acontecer abriu portas à lata vermelhusca. Está bem de ver que o erro defensivo na origem do nosso golo vitorioso dificilmente aconteceria no Benfica do ano passado. A movimentação de Jardel e Luisão foi de uma displicência quase enternecedora. O Benfica deste ano depende demasiado de um golpe de asa periclitante. Em Janeiro falamos.

    Tudo certo em relação ao Sporting. Aquilo foi um foguetório de castelos no ar. Jesus, uma golpada no rival, a chave para o título, etc. Mas o plantel continua curto, Jesus não tem a mesma protecção arbitral e pisa terrenos movediços na relação com um presidente oriundo de uma claque. Se os resultados negativos se acumularem, vai haver peixeirada. Ou cai Jesus, ou caem os dois. Mas o ambiente na tasca verde depende também do que faça o nosso FCP. Se não houver uma clivagem clara de exibições e resultados, haverá sempre entre a lagartagem a esperança de uma competição negativa, i.e. tentar ganhar apenas sendo o menos mau. Se a excelência se instala no FCP, está o caldo entornado em Alvalade e o Benfica irá andando com a cabeça entre as orelhas (a expectativa era baixa à partida).

    Vêm aí o Belenenses, depois de jornada gloriosa na Champions. Estou muito curioso.

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  3. Esqueçam Pacquiao vs Mayweather

    Na próxima segunda-feira, não percam o combate ultra-pesados Pedro Guerra x Bruno de Carvalho na TVI.
    Há fortes expectativas de uma sequência de socos, seja em direto seja já fora do estúdio.
    E nestas alturas, recordamos saudosamente a política de “Aniquilação Mútua” da guerra fria.

    Ready to Ruuuuuuuuuuuuuuuuuumble!!!

    Quanto ao Ficaben. O Ficaben joga muito bem.
    O Ficaben, contra o Atleti rematou 5 vezes à baliza contra mais de 20 do Atleti.
    O Ficaben teve 35% de posse de bola.
    O Ficaben joga como um grande.
    (Aqui parto do princípio que consideramos o Arouca e o União da Madeira como grandes)

    Para além disso, os adeptos do Ficaben, sempre muito fieis ao seu velho princípio abarracado, atiraram tochas para cima de crianças.
    Claro que o azeiteiro do seu presidente, em jeito de “Damage Control”, logo veio convidar o miúdo a assistir ao próximo jogo. O Pedro Guerra assegura a “pleno estômago”, que o miúdo, de 2 anos, terá dito que “Sim sinhore! Quiero conocer al estádio del Ficabien”

    Que tristeza de gente.
    Tão grandes que afiram ser e tão pequenos se revelam, sempre que saiem da proteção dos nossos agentes desportivos.
    Sim, o manto com que tantos gozaram o passado com hashtags #colinho.

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