O dia seguinte

Hoje estive para esbardalhar o focinho a um colega de trabalho, benfiquista, que teve a lata de me cumprimentar com um “bom dia, tudo bem?” enquanto sorria ligeiramente. Ele cumprimenta-me todos os dias desta maneira, mas hoje vir com um “tudo bem?” foi uma espécie de ironia inconsciente que lhe podia ter custado caro, e que só não custou porque ir agora para o fundo de desemprego não dava jeito nenhum. Apenas respondi, “tá tudo…”, com a esperança de lhe devolver a pergunta na segunda-feira e com um sorriso de orelha a orelha.
De resto, passei o dia meio aziado, como é de calcular, mas cada vez mais convicto que fomos superiores ao Bayern no conjunto das duas mãos. Senão vejamos: foram quatro partes de 45 minutos, das quais ganhámos duas, empatámos uma e perdemos outra. Eu acho que até merecíamos passar. No mínimo, um jogo de desempate (eles sempre tiveram a a sorte de marcar 5 numa das partes…), um tira-teimas. A UEFA devia pensar nisto.
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6 thoughts on “O dia seguinte

  1. pois eu tive um “esperto”, ferrenho do Leixões desde pequenito (trabalho em Matosinhos) que vem para me cumprimentar e diz «ah e tal faltam-me dedos. só uma mão cheia não chega».
    ficou com a mão estendida e ainda continua à espera que o cumprimente. vai ganhar varizes…

    abr@ço
    Miguel | Tomo III

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  2. @ Ribeiro

    o Leixões é o segundo clube mais representativo de Matosinhos. o primeiro é o Leça, pois claro 🙂
    dizem também que é o anti-portismo básico, mas eu tal nunca vi 🙂

    sobre a abécula em causa, mentalmente imaginei um pinheiro enorme a atravessar-lhe o esfíncter, atravessado, estás a ver? e só o facto de ter ficado com a mão estendida quando não estava a contar com isso…
    hoje lá perguntou se estava de melhor humor. disse-lhe que sim, que o Sol brilha sempre por cima das nuvens. e lá ficou ele, novamente de mão estendida, ao vento. hoje está um pouco de vento, em Matosinhos.

    abr@ço
    Miguel | Tomo III

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  3. Já comentei na página do facebook a respeito do achincalhamento geral do FCP na praça pública. Graças a Deus. Precisamos de toda a ajuda possível para recuperar as ganas da rapaziada. A tarefa da nossa equipa técnica antevia-se titânica. Esta é uma preciosa ajuda que o nacional-parolismo nos dá. Depois de tudo o que tenho lido e escutado, ficarei muito surpreendido se a rapaziada não comer o relvado no Domingo e cilindrar a maior equipa da aldeia.

    A bibliografia e discurso a adoptar são fornecidos aos actores do FCP em forma abundante e gratuíta. Basta distribuir a imprensa do dia, reproduzir os programas de opinião desportiva, e ilustrar o sentimento geral da nação Grunha, para motivar o plantel.

    Estou mais aliviado por podermos sempre contar com a boa e velha estupidez e bazófia benfiquistas como combustível para a nossa superação.

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  4. Guardabel, tivéssemos a defesa limpinha sem castigos, e as coisas poderiam ter sido diferentes. Mas futebol é assim, só temos $$$ para ter uma equipa em jogo, não 2 ou 3 a suplentes.
    Só vos deixo com um pensamento, Celta de Vigo não é o Bayern, nem nas melhores exibições de sempre. 😛

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