Vila do Conde: a resposta competente

Em Vila do Conde, uma grande primeira parte, em que não deixámos o Rio Ave respirar, quase garantia um segundo tempo tranquilo. Digo quase, porque os vilacondenses reduziram (já agora, Danilo e Maicon muito macios na abordagem ao lance) e seis milhões suspiraram que nos acontecesse o mesmo que a eles. Felizmente, houve aquele passe mal feito em zona proibida, Aboubakar foi competente a fazer o que se exigia e Hernâni finalizou com classe. Numa altura em que a questão do goal-average pode ser importante para a definição do título, podíamos e devíamos ter ido atrás de mais golos, mas os criativos já tinham saído (Brahimi e Quaresma) e Lopetegui pareceu dar sinal claro de que era altura de pausar o jogo e, acima de tudo, não meter o pé, não fosse ficarmos privados de mais jogadores por lesão.
Uma última palavra para aquele fora de jogo escandaloso que foi tirado no golo do Brahimi. É que nem se pode dizer que o árbitro auxiliar estivesse mal colocado. Nem se pode dizer que a jogada tenha sido muito rápida. Nem se pode dizer que estivesse em linha ou perto disso. Que se pode dizer, afinal?
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3 thoughts on “Vila do Conde: a resposta competente

  1. Pode-se dizer que os árbitros em portugal são fracos; e que se não se fizer uma formação adequada – muito mais treinos, e reciclagem no estrangeiro todos os anos durante as férias – ainda vai ficar pior…
    Anda tudo a dizer que é colinho, e o colinho é bom, mas o colinho pressupunha que não o havendo, os árbitros eram bons, e sabemos que não o são!

    ainda ontem no jogo dos sub-19 a arbitragem foi um horror.. não pode ser presseguição, porque ali o benfas precisa bem mais do que milagres….

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  2. É um bom exercício o da reine margot. Por outro lado, tivemos a anti-matéria do golo escandalosamente sonegado a Brahimi, por absurdo fora-de-jogo: o golo que Maxi marcou estando 2m em fora-de-jogo contra o Gil Vicente (1-0 resultado final). Ninguém foi mais crítico de Lopetegui do que eu, mas a realidade dos factos é incontornável. A não ser que o FCP comece a perder jogos em barda, o campeonato terá sempre uma classificação tremendamente falsificada do lado benfiquista da equação. Lopetegui pode não ser o melhor treinador em função do actual plantel, mas não fosse o tremendo favorecimento do Benfica na 1a volta, estaríamos em 1o lugar, destacados da troupe lisboeta, além dos quartos na Champions. Um excelente panorama competitivo, apenas manchado pela confrangedora eliminação da Taça em casa, frente ao Zebordem. Na contabilidade da realidade “legal” do que até agora se passou em competição contínua, ressalta em letras garrafais que nós temos sido de longe a melhor equipa. Não tenho grandes ilusões relativamente ao campeonato, e só espero uma demonstração de classe na Luz, que ponha a infâmia em perspetiva. Em vista de toda esta história, discutir o acerto ou desacerto de Lopetegui torna-se uma questão menor perante a escala de distorção arbitral para o lado que sabemos…

    Não sou fã do nosso treinador, mas reconheço-lhe resultados. Onde não os há é do lado institucional, que permitiu em sepulcral silêncio o vergonhoso assalto ao campeonato urdido pelas instâncias vermelhuscas.

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