Do mundial (I)

1. Acabei de ver a Colômbia a dar três secos à Grécia e a mostrar que é realmente candidata a ganhar o grupo em que se encontra. De Jackson viu-se pouco, alguns minutos sem nada de relevante, e de Quintero nada, pois não saiu do banco. James é o criativo de uma equipa que promete ir longe. E é mesmo uma pena não estar lá Falcao. É que Ibarbo ou Jackson não são propriamente a mesma coisa.

2. O facto mais relevante do Mundial, até ao momento, foi a goleada da Holanda à Espanha. A seleção de Aragonés Del Bosque começou com um onze de “velhas glórias” e agora o povo do futebol pede malta nova no onze. Isto faz-me lembrar aquele Portugal que perdeu com a Grécia no Dragão, no primeiro jogo do Euro 2004, com Rui Costa (32 anos) e Fernando Couto (35) titulares, e Ricardo Carvalho (26), Cristiano Ronaldo (19) e Deco (27) no banco. Quanto à dupla Van Persie-Robben, só uma palavra: maravilha!

3. Longe vão os tempos em que parava tudo para ver a canarinha. Eram os tempos de Romário, de Ronaldo, de Rivaldo, e de Ronaldinho Gaúcho (para não recuarmos à fabulosa seleção de 82), por exemplo. Este Brasil de Scolari é previsível e, a espaços, entediante. Há Oscar e há Neymar, mas o resto… E nem mesmo Hulk parece o mesmo.

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7 thoughts on “Do mundial (I)

  1. O Scolari não deixa o Hulk jogar no sítio dele. Alguma vez se viu o Hulk no Porto à esquerda? Se ele não tiver bola também pouco pode fazer. Neymar é bom mas é franzino, nada da corpolência juggernault do Hulk… um desperdício.

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  2. A selecção de Aragonês? De Del Bosque… Nos tempos do falecido, que deu o campeonato da Europa à Espanha, a selecção era um bocado diferente, com um tal Marcos Senna a 6 por exemplo…

    A Espanha tem a equipa toda rebentadinha. Xavi não corre. Busquets arrasta-se. Sérgio Ramos tem chumbo nas pernas. Piqué faz jogging. Diego Costa está a ser recuperado de uma lesão chata. Casillas perdeu há muito rotinas de treino, perdido em tricas de poder nos bastidores do Bernabéu e fiado no seu estatuto. Até David Silva estoirou no final da 1ª parte. Foi exactamente a mesma coisa que se viu na Taça das Confederações. Velocidade ali, só em Jordi Alba, Andrés Iniesta e Pedrito.

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  3. André, mesmo assim foi brilhante a maneira como o “Leão” da Holanda, aproveitando essa oportunidade, se atirou à jugular do “Touro” e nunca mais o largou até ao fim do jogo, foi brutal.

    Quanto à selecção este é o ano do Cavalo no horóscopo Chinês, ano de Cristiano Ronaldo?

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  4. Permita-me que antes de mais, encaminhe um abraço deste seu comentador que talvez recorde do pt.desporto.futebol, de nickname Pinto da Costa. Sobre a temática, é de realçar o tom pouco interessante deste Mundial. A tactica e rigor tactico dos Europeus, alguma fantasia sul-americana e alguma anarquia Africana. Os potenciais vencedores apresentam argumentos competitivos que não abonam o espectaculo. A Holanda talvez e naqueles 45 minutos em que arrasou a bi-campea europeia e campea Mundial Espanha, seja a esperança contra uns 90 minutos de sonolencia. Os genios não tem espaço para criatividade, responde sempre o colectivo. Palavra de apreço para a Suiça e de expectativa para a França. Nota para Maxi Pereira, na Selecção do Uruguai: no Mundial nem 90 demorou a ser expulso. Em Portugal, por muito mais, acabou sempre em campo. E ainda dizem que no estrangeiro certas coisas não vêm à tona!

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