De Vigo vem sempre um amigo

Achei completamente dispensável aquele sururu final entre as duas equipas. Apesar de conseguir acordar-me da letargia em que me encontrava, aquela confusão estragou, de certa forma, um encontro bonito entre dois clubes que têm muito em comum. Os galegos estiveram em grande número nas bancadas e até houve tempo para lembrar as vítimas da tragédia do comboio. O Kelvin não precisava de jogar nas pernas do Nolito daquela forma e o Nolito não deveria ter reagido como reagiu.
O jogo foi o mais aborrecido desta pré-época, no que nos diz respeito. Apenas um ou outro momento mais cintilante, num relativo deserto de ideias. Fucile só pode ter sido titular por lesão de Alex Sandro. Defour precisará de mostrar mais para ser um “Moutinho”. E da malta que entrou na segunda parte, apenas gostei dos esforços defensivos do Licá. A equipa estava, naturalmente, esfrangalhada e o Celta até podia ter marcado.
Paulo Fonseca deverá agora começar a fixar um onze para jogar 60 ou 70 minutos e nada melhor do que um torneio exigente como o do Arsenal.
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