O "nosso" troféu

E lá ganhámos o “nosso” troféu, como A Bola fez questão de nos lembrar, e bem. Gostavam eles que nos ficássemos apenas por este, mas ao longo dos anos temos provado que há outros troféus que nos assentam muito bem.
Com dois laterais que, em princípio, não serão titulares em grande parte da época, com a ausência de Hulk e com João Moutinho no banco, não poderíamos pedir muito. Foi um jogo típico de início de época, com ritmo baixo e alguma falta de ligação entre setores. A certa altura da segunda parte, cheguei a temer que a coisa corresse mal, como esteve, na realidade, para acontecer pouco antes do golo.
O golo de Jackson Martinez foi um golo à ponta-de-lança, mas o colombiano precisa de uma melhor condição física que lhe permita abordar os lances com mais velocidade.
Do ponto de vista disciplinar, ninguém atirou o árbitro ao chão, o que é sinal que tudo correu bem.

One thought on “O "nosso" troféu

  1. Bom dia,

    Ontem não fizemos um jogo brilhante e conseguido.

    Tivemos a capacidade de controlar o adversário, que apenas teve bola junto da nossa área nos minutos finais do primeiro tempo, e que nada vez em termos atacantes, remetendo-se a defender atrás da linha da bola.

    Dominamos o adversário sem contudo ser objectivos. O nosso trio de meio campo mostrou-se muito estático e sem ideias. James ia tentando encontrar espaços,e Atsu tentava desequilibrar sem sucesso.

    Desta forma Jackson era obrigado a sair da área e procurar jogo sem sucesso, pois apesar de ter boa técnica e combinar bem, pela sua fisionomia não tem capacidade de explosão para a baliza.

    Continuo sem perceber VP que coloca Lucho demasiado adiantado no miolo. Lucho é uma mais valia a partir uns metros à frente de Fernando e a construir e lançar longo.

    Miguel Lopes ontem não foi o lateral que precisávamos, não deu profundidade ao corredor e quando deu resultou em golo. Tem de ganhar confiança e assumir o corredor.

    Maicon, Otamendi e Helton foram seguros e tiveram bem.

    Mangala na minha opinião foi o melhor em campo. Tinha Marinho pela frente e marcou-o bem, dobrou muitas vezes ao meio e ainda atacou.

    A partir da entrada de Moutinho, a equipa ganhou mais ritmo e dinâmica e o golo surgiu justamente, pois não merecíamos o prolongamento.

    Foi bonita a festa da família Portista nas bancadas e o fairplay dentro e fora de campo.

    Foi o 72º. titulo para o melhor clube português, aqui e além mar.

    Abraço e bom domingo

    Paulo

    pronunciadodragao.blogspot.pt

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