Euro-apontamentos (1)

Continuo a dizer que há, neste Campeonato da Europa, um desequilíbrio de forças entre seleções como já não se via há muito tempo. Depois de, no dia de ontem, termos assistido a um domínio acentuado, e para mim algo inesperado, de Portugal sobre a República Checa, hoje foi a vez de vermos uma seleção alemã a sufocar uns gregos que fizeram o que puderam. E muito fizeram, chegando a conseguir o impensável empate, já na segunda parte, o que prova que em futebol as favas nunca estão contadas. A Alemanha demorou apenas cinco minutos a voltar a marcar e a decidir resolver o jogo de forma fácil e prática. E treinador ainda se deu ao luxo de poupar alguns titulares. Quanto a Fernando Santos, sai deste Europeu de cabeça levantada e com o dever cumprido. De facto, não se exigia mais a uma geração de futebol grego com falta de talentos acima da média.
Creio que amanhã, o Espanha-França é capaz de trazer alguma surpresa na manga. A ver vamos, mas aquela malta nova francesa, apesar de não ter mostrado muita qualidade na fase de grupos, pode pôr em sentido o tiki-taka espanhol. Por acaso tinha piada.

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