Azedumes desnecessários

Começando pelo mais triste, lamento profundamente a atitude dos jogadores ao se recusarem a prestar declarações para a imprensa, alegadamente numa atitude de solidariedade para com Cristiano Ronaldo, que tinha ouvido algumas críticas depois do seu desempenho nos dois primeiros jogos, em especial, depois do jogo contra a Dinamarca. Esta postura, aliada ao tom azedo das declarações de Paulo Bento em grande parte da conferência de imprensa pós-jogo, ensombrou – para não dizer, estragou – o ambiente de festa que se viveu.
Dando de barato a injustiça de uma ou outra crítica, não consigo admitir que esta malta, que joga tanto à bola e tem as contas bancárias tão bem recheadas, não tenha poder de encaixe para ouvir o que não gosta e reaja retaliando desta forma.
Quanto ao jogo, foi muito bom. Ronaldo jogou como se tivesse 18 anos, como se um qualquer Alex Ferguson estivesse na bancada a avaliar a sua possível contratação. Outros monstros: João Moutinho, Nani e Pepe. Gostei muito também de Miguel Veloso, João Pereira, Bruno Alves, Coentrão. Rui Patrício sem trabalho. Raul Meireles em modo “low profile”. Postiga, inexistente. Mas… temos melhor?
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