Hulk-independência

Haverá muita gente ainda a pensar como foi possível dar chapa quatro àqueles que eliminaram o “dream-team” da segunda circular da Taça de Portugal. Eu tenho três sugestões:
1. Hulk no banco. Jogámos como uma equipa. Solidária, em bloco.
2. Varela e Rodriguez. O primeiro a mostrar que é, nesta altura, um jogador fundamental, precisamente por ser tudo aquilo que Hulk não é. O segundo a subir de forma a olhos vistos.
3. O regresso de Fucile. Com ele, a equipa solidifica a asa direita. E Varela tem ali um apoio basilar.
Os sinais de retoma que identifiquei no jogo com o Rio Ave confirmaram-se hoje, com uma das melhores primeiras partes da época, contra uma equipa que vinha, também ela, a mostrar grande evolução. Aqueles vinte minutos iniciais da segunda parte foram assustadores e chegou a pairar a ameaça do empate, mas o terceiro golo (contra a corrente e caído do céu… tal como tinha sido o golo de Andrezinho) acabou com as pretensões vitorianas e colocou-nos definitivamente a mandar no jogo. Guarín entrou muito bem, e foi ele quem liderou a equipa na parte final do jogo. Eu dava-lhe a titularidade em Madrid, fazia descansar o Fernando e, se calhar, punha o Meireles na posição seis. O Belluschi, esse precisa de jogar sempre, para se ir adaptando aos colegas (foi Jesualdo que disse…), e, apesar do erro que esteve na origem do golo do Vitória, gostei da sua exibição.
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3 thoughts on “Hulk-independência

  1. Depois de um conjunto de jogos em que do FC Porto só se reconheceram as camisolas, eis que numa deslocação considerada de dificuldade elevada, reapareceu o FC Porto das grandes vitórias.

    Não durou o jogo todo, como seria ideal, mas teve uma boa parte em que dominou e aniquilou o adversário.

    Não se livrou porém de passar cerca de vinte minutos de aflição e inconstância, num regresso ao futebol descaracterizado e improfícuo, que começou numa das tais perdidas de bola, irritantes, caricatas e intolerantes, já no tempo de descontos da primeira parte. Mérito do Vitória mas também alguma displicência portista, ilustrada no golo sofrido mas também noutras jogadas de que destaco o lançamento lateral perto da nossa área em que Fucille se «esqueceu» de Targino, originando mais um lance de muito perigo, para a nossa baliza.

    Foi uma vitória importante e moralizadora, em vésperas de um final de ano intenso.

    Serão estes sinais positivos sinónimo do regresso ao trilho do Pentacampeonato?

    Eu quero acreditar que sim!

    Um abraço

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  2. Eu concordo com o post do guardabel. Acho que se vai notar bastante o facto de termos os alas em forma. O Varela e o Rodriguez a jogarem criam mais oportunidades para o Falcao marcar. O Fucille mete muito menos água que o Sapunaru (o coitado não tem culpa, é central). E o Hulk pode ser lançado noutra altura. Eu acho que neste momento a equipa não tem lugar para o Hulk, pois teria de retirar um jogador do meio campo. Só se recuar mais o Rodriguez e tirar alguém no meio campo.O Falcao é mais estático que o Lisandro o que faz com que apareçam menos espaços para o Hulk arrancar, logo torna-se um jogador menos produtivo. E neste momento o FCPorto precisa é de estabilizar num onze.

    Gostei muito da saída do Helton a fazer qualquer coisa parecida com uma mancha e que o avançado do Guimarães lhe meteu a bola por baixo. Por pouco não entrou. Bem que precisava de uns tempinhos no banco. Só que eu acho que ele está mais rotinado com os centrais que o Beto ou Nuno, o que poderá dar mais segurança a defender.

    Vejamos o que o futuro nos reserva.

    Os passarinhos estão sem a sua jóia que se magoou naquele grande jogo, entre titãs do futebol europeu, aquele que foi não sei onde. Como vai ser amanhã? será que vão conseguir derrotar a briosa? Eu acho que sim. Contra o FCPorto tiveram uma sorte do caneco, sempre na retranca. Bastava um golo para a táctica cair como um baralho de cartas. Mas posso estar enganado e este jovem treinador ser de facto um grande técnico. A ver vamos.

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  3. Afinal foi bluff. a menina estava em condições para jogar. E o técnico da Académica parece ter aprendido no essencial a forma de jogar do Mourinho. Só que tiveram azar e começaram o jogo a perder. Se tivesse sido assim no Dragão já não era o tal técnico que até ia para os lagartos. Com sorte e/ou mérito a verdade é que os lampiões vão ganhado facilmente no campo deles. O que me(nos) interessa é que o nosso clube comece a ter uma estrutura – onze – estável como parecia começar a ter até aparecerem as lesões. Quanto ao resto, veremos até ao final do campeonato.

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